
A renomada atriz Meryl Streep está de volta ao papel da icônica Miranda Priestly na aguardada sequência do filme “O Diabo Veste Prada”, um retorno que ocorre 18 anos após o sucesso estrondoso da produção original. A artista, em tom de brincadeira, revelou ter sofrido de um “transtorno de estresse pós-traumático” devido à exigência de passar quatro meses consecutivos utilizando salto alto durante as filmagens, destacando o desconforto físico inerente à interpretação da exigente editora de moda.
O retorno da aclamada produção cinematográfica traz consigo a expectativa de revisitar personagens que marcaram uma geração. A trama se desenrola quase duas décadas após os eventos do primeiro filme, e a personagem de Miranda Priestly, segundo Streep, manteve sua essência visual, mas com adaptações que refletem a passagem do tempo e a evolução de seu estilo. A atriz compartilhou suas experiências em entrevista à revista Vogue, onde detalhou os desafios e as novidades.
Em suas declarações à Vogue, Meryl Streep enfatizou o rigor físico imposto pelo figurino de Miranda. “Como alguém que ocupa o mesmo cargo há 20 anos, [Miranda] manteve seu visual, mas o adaptou, como todos nós fazemos com o tempo. Mas eu quase tive TEPT por usar salto alto durante 16 semanas. Sinto que deveria receber uma Medalha da Liberdade”, afirmou a atriz, sublinhando a intensidade da experiência. Ela também adiantou que o novo guarda-roupa de Miranda será caracterizado por um estilo “mais enxuto, elegante e minimalista”, refletindo uma sofisticação atemporal.
A sequência marca o reencontro do trio original de protagonistas, com Anne Hathaway e Emily Blunt reprisando seus papéis como Andy Sachs e Emily Charlton, respectivamente. Emily Blunt, por sua vez, revelou um detalhe curioso sobre a recriação do visual marcante de sua personagem, explicando que utilizou uma peruca para o cabelo vermelho característico. “Você vê um lampejo daquele [cabelo vermelho] e as pessoas sabem que é ela. Mas era uma peruca… aquele tom de vermelho é difícil demais de manter!”, confessou a atriz. Já Anne Hathaway descreveu o figurino de Andy como sofisticado, porém com um toque de realismo, justificando que a personagem, como jornalista investigativa que viajou o mundo por 15 anos, aprendeu a “garimpar roupas”, transformando isso em um ponto relevante da história.
Com o lançamento da sequência, Anne Hathaway expressou a esperança de que o filme não apenas emocione o público, mas também reacenda o entusiasmo pela moda, de maneira similar ao fenômeno cultural observado com o filme “Barbie”, que incentivou as plateias a se vestirem de rosa. “Quero que todo mundo coloque sua roupa favorita aprovada por Miranda Priestly e simplesmente se divirta”, declarou Hathaway, projetando um impacto cultural que transcenda as telas e inspire os espectadores a celebrarem seu estilo pessoal.


